Calculadora do Fator R e Pró-Labore Ideal

Descubra se o seu CNPJ paga imposto no Anexo III ou no Anexo V e qual pró-labore faz você economizar mais. Tabelas de 2026.

Dados da Empresa

R$
Valor médio das notas fiscais emitidas por mês.
R$
Muitos contadores usam 1 salário mínimo (R$ 1.621,00 em 2026).
R$
Salários e FGTS de empregados. Deixe 0 se você trabalha sozinho.
A simulação considera que o faturamento e a folha foram iguais nos últimos 12 meses e que a atividade está sujeita ao Fator R (ex.: desenvolvimento de software, consultoria, engenharia, publicidade).

Resultado

Seu Fator R Atual 0% -
Pró-Labore para 28% R$ 0,00 por mês
Custo Mensal Anexo V
pró-labore mínimo
Anexo III
pró-labore de 28%
Pró-labore R$ 0,00 R$ 0,00
Alíquota efetiva do Simples 0% 0%
DAS (Simples Nacional) R$ 0,00 R$ 0,00
INSS do sócio (11%) R$ 0,00 R$ 0,00
IRRF sobre o pró-labore R$ 0,00 R$ 0,00
Total de impostos R$ 0,00 R$ 0,00
Conclusão
-

Como a calculadora faz a conta

O Fator R é a razão entre a folha de salários e o faturamento da empresa nos últimos 12 meses. Quando ele fica em 28% ou mais, atividades que seriam tributadas no Anexo V do Simples Nacional passam a usar as alíquotas menores do Anexo III.

Fórmula: Fator R = (Pró-labore + Folha de funcionários dos últimos 12 meses) ÷ Faturamento bruto dos últimos 12 meses

Para comparar os dois cenários, a calculadora soma tudo o que sai do bolso por mês com impostos:

O pró-labore em si não é custo: é a sua remuneração. Aumentá-lo só muda de que forma o dinheiro sai da empresa para você. Por isso o que importa é a linha "Total de impostos".

Alíquota efetiva: por que não é só 6% ou 15,5%

As alíquotas de 6% (Anexo III) e 15,5% (Anexo V) valem para a primeira faixa, com receita de até R$ 180 mil em 12 meses. Acima disso, o Simples usa uma alíquota nominal maior com uma parcela a deduzir, e o resultado é a alíquota efetiva:

Alíquota efetiva = (Receita 12 meses × Alíquota nominal − Parcela a deduzir) ÷ Receita 12 meses

Tabelas do Anexo III e do Anexo V

Receita bruta em 12 meses Anexo III Dedução III Anexo V Dedução V
Até R$ 180.0006,00%-15,50%-
R$ 180.000,01 a R$ 360.00011,20%R$ 9.36018,00%R$ 4.500
R$ 360.000,01 a R$ 720.00013,50%R$ 17.64019,50%R$ 9.900
R$ 720.000,01 a R$ 1.800.00016,00%R$ 35.64020,50%R$ 17.100
R$ 1.800.000,01 a R$ 3.600.00021,00%R$ 125.64023,00%R$ 62.100
R$ 3.600.000,01 a R$ 4.800.00033,00%R$ 648.00030,50%R$ 540.000

Fonte: Anexos III e V da Lei Complementar 123/2006, com a redação da LC 155/2016.

Cuidados antes de mudar o pró-labore

Para entender a regra em detalhes, com exemplos e a lista de atividades, leia o guia completo do Fator R no Simples Nacional.

Perguntas frequentes

Qual o pró-labore mínimo para atingir o Fator R?

O pró-labore somado à folha de funcionários precisa chegar a 28% do faturamento. Quem fatura R$ 10.000 por mês e trabalha sozinho precisa de um pró-labore de pelo menos R$ 2.800 por mês. O pró-labore também não pode ser menor que um salário mínimo.

Vale a pena aumentar o pró-labore para cair no Anexo III?

Na maioria dos casos, sim. O pró-labore maior gera mais INSS e, acima de R$ 5.000, Imposto de Renda. Mesmo assim, a queda da alíquota do Simples costuma compensar com folga. A tabela acima mostra a diferença para o seu faturamento. Um bônus: o INSS maior também aumenta a base dos seus benefícios previdenciários.

O Fator R usa o faturamento do mês ou dos últimos 12 meses?

Dos últimos 12 meses, tanto para a receita quanto para a folha. Por isso, aumentar o pró-labore em um único mês não resolve: o efeito aparece aos poucos, conforme a média dos 12 meses sobe.

Fontes oficiais

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