Crédito e imóvel

Simulador do Minha Casa Minha Vida

Informe a renda da família e o valor do imóvel para ver sua faixa, os juros de referência, a parcela nas tabelas SAC e Price e quanto o programa economiza frente ao crédito comum.

Atualizado em 4 de novembro de 2026.

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Sua simulação

Sua faixa
Teto do imóvel
Valor financiado
Programa: SACPrograma: PriceCrédito comum: SAC
1ª parcela
Última parcela
Total de juros
Renda mínima (parcela até 30%)
Quanto sua renda financia
Economia de juros frente ao crédito comum R$ 0,00

Como funciona o Minha Casa Minha Vida em 2026

O programa financia a casa própria com juros abaixo do crédito imobiliário comum. A faixa depende da renda bruta da família, e é ela que define o teto do imóvel, os juros e o direito ao subsídio. Os limites abaixo valem para áreas urbanas desde 22 de abril de 2026. Na área rural, as regras são próprias e usam renda anual.

FaixaRenda familiar por mêsTeto do imóvelJuros de referência ao anoSubsídio
1Até R$ 3.200R$ 210 mil a R$ 275 mil4% a 5,25%Até R$ 55 mil (Norte: R$ 65 mil)
2De R$ 3.200,01 a R$ 5.000R$ 210 mil a R$ 275 mil4,75% a 7%Parcial, cai conforme a renda sobe
3De R$ 5.000,01 a R$ 9.600Até R$ 400 mil7,66% a 8,16%Não há
4De R$ 9.600,01 a R$ 13.000Até R$ 600 milCerca de 10% a 10,5%Não há

O que define a sua taxa

Dentro de cada faixa, os juros variam com a renda, a região e o ano orçamentário da contratação. As fontes consultadas divergem em alguns limites, por isso o simulador já parte do topo da faixa, que é a hipótese mais conservadora. Se a Caixa informar outra taxa, digite-a no campo de juros.

Por que o simulador não calcula o subsídio

O teto do subsídio é conhecido, mas o valor de cada família depende de renda, cidade e composição familiar, e costuma ficar bem abaixo do teto. Estimar esse número poderia criar uma falsa expectativa. Por isso o campo começa zerado: a conta mostra o cenário sem desconto, e você preenche o valor quando tiver a simulação oficial.

Quem pode participar

Antes de assinar

Perguntas frequentes

Nas áreas urbanas, desde 22 de abril de 2026: Faixa 1 com renda familiar bruta de até R$ 3.200, Faixa 2 até R$ 5.000, Faixa 3 até R$ 9.600 e Faixa 4 até R$ 13.000 por mês.

Nas Faixas 1 e 2, o teto fica entre R$ 210 mil e R$ 275 mil, conforme a cidade. Na Faixa 3 vai até R$ 400 mil e na Faixa 4 até R$ 600 mil.

O teto divulgado é de R$ 55 mil, ou R$ 65 mil na Região Norte, só para as Faixas 1 e 2. O valor de cada família depende da renda, da cidade e da composição familiar, e costuma ficar abaixo do teto. O número exato sai na simulação da Caixa.

Sim, quem tem pelo menos três anos de trabalho sob o regime do FGTS e cumpre as demais regras pode usar o saldo na entrada. O saldo também pode ajudar a amortizar o financiamento ou reduzir parcelas.

Em regra, não. O comprador não pode ter imóvel residencial próprio nem financiamento habitacional ativo no Sistema Financeiro da Habitação.

Não. Ele serve para entender a ordem de grandeza. A aprovação, a taxa final, o subsídio e o teto da sua cidade só são definidos pelo agente financeiro, depois da análise de crédito.

Fontes e metodologia

Taxa mensal = juros nominais anuais ÷ 12. Valor financiado = imóvel − entrada − FGTS − subsídio. Na SAC, a amortização mensal é o valor financiado dividido pelo prazo. Na Price, PMT = PV × i ÷ (1 − (1 + i)−n). A renda mínima considera parcela de até 30% da renda bruta, referência citada para a Caixa. A simulação não inclui TR, análise de crédito, limites de idade nem o teto específico do seu município.

Faixas, tetos e juros foram reunidos em 4 de novembro de 2026 a partir de guias especializados, como Chaves na Mão e Valor Final, que citam a portaria do Ministério das Cidades em vigor desde 22 de abril de 2026 (Portaria MCID nº 333, segundo o primeiro guia). Não foi possível ler o texto oficial da norma. Confirme as condições na Caixa ou no Ministério das Cidades.

Fontes oficiais

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