Crédito do Trabalhador

Calculadora de Consignado CLT

Veja sua margem, a parcela e os juros totais do empréstimo com desconto em folha. Depois, simule quanto da dívida ainda ficaria em aberto se você fosse demitido.

Atualizado em 4 de novembro de 2026.

Dados do empréstimo

Salário depois de INSS, IRRF e descontos obrigatórios. Estime na calculadora de salário líquido.
Se preencher, a parcela usa o CET, que é o custo com encargos.
Limite citado: 96 parcelas. Os bancos podem oferecer menos.
Usado só na comparação. Exemplo: empréstimo pessoal ou fatura parcelada.

Resultado

ParcelaR$ 0,00
Margem livre (35%)
Máximo pela margem
Sua propostaCom garantia (1,99%)Dívida a trocar
Taxa ao mês1,99%
Parcela
Total de juros
Total pago

E se você for demitido?

Saldo devedor na saída
Até 35% das verbas rescisórias
Até 10% do saldo do FGTS
Multa rescisória (estimada em 40% do saldo)
Dívida que continua com você
Estimativa. O saldo real vem do contrato, e as regras de garantia podem variar.

Como funciona o Crédito do Trabalhador

O Crédito do Trabalhador é o consignado para quem tem carteira assinada. A parcela sai direto do salário, e a contratação pode ser feita pela Carteira de Trabalho Digital ou nas instituições habilitadas. A empresa não precisa ter convênio com o banco.

Margem de 35%

A parcela é limitada a 35% da sua base consignável, descontando outros consignados. A calculadora usa a remuneração disponível, depois dos descontos obrigatórios, que é a leitura mais conservadora. Uma matéria de 2025 da Agência Brasil falava em salário bruto, então a margem que aparece no aplicativo pode ser diferente. Vale o valor mostrado na contratação.

Juros e CET

O que acontece na demissão

Perder o emprego não apaga a dívida. Publicações do setor citam desconto de até 35% das verbas rescisórias. Em contratos com garantia, podem entrar também até 10% do saldo do FGTS e até 100% da multa rescisória, nos casos de dispensa sem justa causa, rescisão indireta, culpa recíproca ou força maior. O uso do FGTS pode depender da modalidade de saque. O restante continua sendo responsabilidade do trabalhador, e o desconto pode ser retomado no novo emprego com carteira assinada. Calcule o que você receberia na calculadora de rescisão.

Quando pode valer a pena

Perguntas frequentes

A parcela é limitada a 35% da base consignável, e o valor liberado depende dessa margem, da taxa, do prazo e da análise do banco. O simulador calcula o valor máximo a partir da sua remuneração disponível.

Depende do banco e do seu perfil. A Agência Brasil noticiou em abril de 2026 taxas de 1,63% a 6,87% ao mês e média de 3,66%. Publicações do setor citam limite de 1,99% ao mês nas operações com garantia, desde junho de 2026, e de 4,98% ao mês nas demais. Confirme esses valores na proposta.

O Custo Efetivo Total, que soma juros e encargos, não pode passar da taxa de juros mensal contratada em mais de 1 ponto percentual. Taxas de abertura de crédito e tarifas de cadastro são consideradas irregulares desde abril de 2026.

Parte da dívida pode ser abatida nas verbas rescisórias e, se houver garantia e o tipo de demissão permitir, com FGTS e multa rescisória. O que sobrar continua sendo sua dívida, e o desconto pode voltar no próximo emprego com carteira assinada.

Trabalhadores com carteira assinada, incluindo domésticos, rurais e empregados de MEI, com vínculo ativo. A contratação é feita pela Carteira de Trabalho Digital ou por instituições habilitadas e não depende de convênio com a empresa.

Vale quando o custo total for menor que o da dívida atual, como costuma ocorrer com o rotativo do cartão. Compare sempre o CET e confira se a parcela não aperta o orçamento, porque ela sai direto do salário.

Fontes e metodologia

A parcela segue a Tabela Price: PMT = PV × i ÷ (1 − (1 + i)−n), usando o CET quando informado e, caso contrário, a taxa de juros. Margem livre = 35% da remuneração disponível − outros consignados. Na demissão, o saldo devedor é o valor presente das parcelas restantes, abatido nesta ordem: verbas, FGTS e multa. A multa é estimada em 40% do saldo informado e pode ser maior se houve saques. A taxa inicial de 3,66% é apenas um ponto de partida.

A taxa média, a faixa de juros, o limite do CET e o monitoramento vêm da Agência Brasil, abril de 2026. Os limites de 10% do FGTS e 100% da multa também aparecem em matéria de março de 2025. Os limites de 1,99% e 4,98%, o prazo de 96 parcelas, os 35% das verbas e a base da margem vêm de publicações do setor, que citam a Lei 15.179/2025, a Portaria MTE 435/2025 e as Resoluções CGCONSIG/MTE 2 e 3 de 2026. Não foi possível ler o texto oficial dessas normas, portanto confirme as condições antes de contratar.

Fontes oficiais

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